Feeds RSS
Feeds RSS

sábado, 29 de maio de 2010

"I wonder if someday I'll be good with goodbyes"


Eu não sei porque as pessoas mentem, muito menos porque vão embora. E eu não entendo porque insistem em fazer as duas coisas juntas. Porque é tão difícil dizer a verdade desde o começo? O que as pessoas ganham com mais e mais mentiras? E todas elas, sempre, sobre o mesmo assunto. As mesmas mentiras, as mesmas promessas, os mesmos finais. Não sei porque isso ainda me surpreende tanto, se afinal de contas, estava certa o tempo todo. Mas milhares de mentiras não mudam a importancia de uma pessoa pra você. Yeah, você se revolta, sente raiva, e ainda assim, o amor está lá. Você não consegue odiar um amigo, não verdadeiramente. E o que eu sinto agora, eu não sei dizer. São vários sentimentos misturados, e uma saudade imensa, mesmo tudo tendo acontecido em cerca de 24 horas. E o pior, sem dúvidas, foi o preço de tudo isso. Não vai ser fácil sem você. Não, não vai ser nem um pouco fácil. Não depois de todas as nossas brigas, as risadas, as conversas sem sentido e todos os conselhos que você ja me deu. Não depois de você ter marcado a minha vida.


Eu vou sentir sua falta, sempre. Vou sentir saudades a cada lembrança tua.
(Espero que você algum dia leia isso, e saiba o quanto vai fazer falta, Luis.)


"This is goodbye!"

terça-feira, 11 de maio de 2010

Pane no sistema alguém me desconfigurou!




É, Pitty! Você me desconfigurou. Me deixou loucamente agitada, mesmo alguns dias depois. Me fez acordar as 8:00 h da manhã, quando as 5:00h eu tinha supostamente apagado. E tudo isso porque eu ainda estava elétrica por causa do show. Foi extremamente perfeito, lindo, e contagiante. Valeu a pena cada centavo gasto pra chegar até você. Valeu a pena cada minuto da sexta feira que eu perdi tentando fazer tudo dar certo, e mesmo eu tendo ficado completamente irritada com tudo isso, você fez cada segundo em que eu estive lá valer a pena. Eu ja havia me esquecido como era bom estar em frente ao palco, detonando os meus pulmões asmáticos, enquanto eles pedem stop desesperadamente.


Mesmo eu não tendo me agitado tanto neste show como no primeiro (sim, meus pulmões se rebelaram na 4ª música) foi um milhão de vezes melhor, e não só melhor que o primeiro, melhor do que qualquer outro. Isso jamais vai sair da minha memória, os fantasmas vão me soprar aos ouvidos e me fazer lembrar disso a todo instante, sempre me deixando com gostinho de quero mais. E eu realmente quero. Quero show teu todo final de semana, até enjoar e dizer que não vou mais em nenhum, mas aparecer lá na proxima semana. Na outra, e em mais um monte. Eu queria que fosse fácil assim, desejar e estar lá.

Às vezes se eu me distraio, se eu não me vigio um instante. Me transporto pra perto de você.

Ah! Como eu queria me transportar pra perto de você, perto de toda a sua banda, e viver todo aquele show de novo. Aquele final de semana se tornou inesquecivel, foi marcante, de todas as formas possiveis. Você conseguiu transformar meu sábado trágico em perfeição. E eu só tenho que agradecer, por mais uma vez, você me fazer ir ao delírio. Nada se compara a você estar ouvindo aquela música que não sai do seu fone de ouvido, ao vivo. Tendo a oportunidade de cantar junto, e fazendo parte daquele momento. Foi perfeito, sem mais.




PS¹: Ainda não superei o fato de você ter "falado" com Marcos, nem de você não ter estado presente na passagem de som. Puxa, eu teria um autografo teu agora! Mas ok, outras oportunidades virão, eu sei. Tenho certeza que o Marcos ainda vai dar a louca e ir pra alguma outra cidade ver você. E claro, eu vou junto, há! Ainda verei você muitas vezes.

PS²: Apesar de o nome ideal pra esse post ser "Fazendo inveja no Gustavo", acabei me decidindo que seria muita crueldade jogar bem na cara "Oi, estou te fazendo inveja". Então vou ser uma amiga legal como eu sempre fui e fingir que estou postando isso por um acaso. HAHAHA (Brinks, você sabe que eu te amo.)

quarta-feira, 5 de maio de 2010


Crescer é algo muito rápido. Um dia você usa fraldas e no outro você vai embora. Mas as memórias da infância permanecem com você. Lembro-me de um lugar, uma cidade, uma casa como várias outras casas, um quintal como vários outros quintais, em uma rua como várias outras ruas. E o fato é que, após todos estes anos, eu ainda olho para trás e penso comigo mesmo: foram anos incríveis, cara.. (Kevin Arnold)





Depois de ver várias e várias fotos antigas, cair na risada, criticar as roupas e rir mais um pouco, veio a clássica nostalgia. O que eu mais poderia sentir ao me lembrar de 5, 10, 15 anos atrás? Apenas uma saudade imensa de um tempo que não volta mais. Quem nunca ficou até tarde na rua brincando de pique-esconde?! Quem nunca ficou sentando na rua fofocando (ou ouvindo fofocas) ao redor de uma fogueira?! Quem nunca pulou cerca de lugares proibidos, caiu no corrego, ou roubou manga na casa do vizinho... Quem nunca machucou o joelho correndo na rua, fugindo da mulher louca que você acordou no meio da noite ao tocar a campainha. E mais ainda... Quem nunca sentiu uma vontade imensa de ser criança de novo ao lembrar destas coisas? O fato é que nunca vou me esquecer de tudo isso. E minhas eternas cicatrizes não me deixarão, certamente. Cada cicatriz uma história, e com cada história uma lembrança, que a cada vez, deixa mais e mais saudade.

sábado, 1 de maio de 2010

Não sei bem sobre o que falar nessa postagem... Hoje foi um dia bem complexo. Complexo de todas as formas, melhor dizendo. Feliz por um lado, triste por outro. Na verdade, até agora tudo deu errado, e espero que pare por aqui. Daqui a exatamente uma hora vamos ao tão esperado show da Pitty, estava super empolgada, dizendo o tempo todo "não posso perder esse show", mas agora não me parece tão legal assim. Não depois de todas as pragas que nos rogaram. :P Brinks. Show da Pitty é SEMPRE bom, e acho que hoje eu preciso exatamente disso. Me acabar em frente ao palco, voltar sem voz pra casa, e só amanhã cedo pensar em tudo. Mas algo me diz que vou lidar com tudo bem antes do que planejo... Fazer o que, nem sempre é tudo como eu quero. Queria falar sobre outra coisa, mas não me sinto a vontade pra falar isso aqui no blog, até porque é algo muito pessoal. E de tão pessoal, não chega nem a ser meu.


Sem mais, o dia hoje não foi muito bom. Mas nossa querida Pitty vai recompensar. Sei disso. *-*
E, claro... Força, Rodrigo!

PS: Pai: Preciso dizer alguma coisa?
Milly: Não. (Fim, com esse preciso dizer alguma coisa ele disse tudo, acreditem)

PS:² "Não usar drogas, não beber, não fumar. Não ir na idéia dos outros..." Esqueci de alguma coisa, mãe? :P

segunda-feira, 26 de abril de 2010


Talvez tu nunca venhas a entender, mas eu já estou acostumado com a minha condição de incompreendido. É que tu não sabes como é frio o lugar de onde eu venho. É que tu não sabes como doem esses pontos ainda não-cicatrizados. É que não se passa pela tua cabeça que, toda vez em que abro meus braços, sinto esses pontos hesitando em permanecerem fechados, sinto as costuras esgaçadas, sinto o ar que faz arder minhas entranhas, sinto a dor de afogar de novo naquele mar salgado que por tanto tempo me privou de cravar os pés em terra firme. E hoje eu tenho um medo enorme do mar. É quase de manhã, faz frio, e não há sol que seja capaz de derreter todo esse gelo antes da noite chegar. (Texto por Beeshop)

sábado, 24 de abril de 2010

Pensamentos soltos, outros interligados. Alguns, ocultos por aqueles mais fortes. Outros que vem com tudo, e logo vão embora. Minha cabeça tem estado cheia de mais, e tão vazia ao mesmo tempo. E o que fazer sobre isso, eu não sei. Só sei que os pensamentos estão aqui, bagunçando a minha mente, e fazendo meu coração entender coisas que antigamente ele não compreendia.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Estou neste exacto momento ouvindo Pitty, e como sempre, me arrepio da cabeça aos pés, principalmente, quando o que sai do alto falante é a letra e a melodia maravilhosa de "Na sua Estante". Essa música me marcou de uma forma, que eu não sei explicar. E eu não posso deixar de postar isso agora, quando essa música acordou muita coisa guardada em mim...

"Cansei de chorar feridas que não se fecham, não se
curam. E essa abstinência uma hora vai passar..."

É incrível, quando em um determinado momento, você acha que aquela coisa ruim que ocorreu é o fim. E aquilo vai doendo, te machucando dia após dia, te provando que apesar de tudo, você está vivo. Você ainda está respirando, seu coração ainda bate... Isto não mostra que você é maior, e mais forte que a dor? Mas isto não faz parar de doer. Algumas vezes, só em respirar, aquilo dói. Só em abrir os olhos, você sente tudo de novo... até que de uma hora pra outra, você não sente mais nada. E quando você assusta, exactamente como diz a música, essa abstinência passou. E você percebe que era apenas mais uma pedra no caminho.